sábado, 25 de agosto de 2018

André Costa, secretário da Segurança Pública fala sobre mortes de policiais no Ceará

André Costa afirmou que as mortes de policiais não
ficarão sem resposta. (Foto: Fábio Lima/O POVO)
André Costa, titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), afirmou nesta sexta-feira, 24, que, "mais que outros casos", homicídios de policiais não podem ficar sem resposta. Ele afirma que políticas adotadas pelo Estado do Ceará, como a criação da única delegacia especializada em crimes contra policiais do País, refletem na redução de 62% de mortes em relação ao ano passado. Três policiais militares foram mortos a tiros na tarde da última quinta-feira, 23, no bairro Vila Manuel Sátiro, em Fortaleza.

De acordo com o secretário André Costa, a preocupação inicial após a ocorrência, segundo ele, foi prestar "todo apoio necessário" às famílias das vítimas. "Morte de policiais é um problema sério no País. São cerca de 300 mortes ao ano", diz. "Aqui no Ceará, desde o início adotamos políticas de forte proteção ao policial, ouvindo as necessidades deles".

"Todo homicídio a gente apura a fundo, mas claro que a gente dá atenção especial no homicídio contra o policial. Existe um movito pra isso. O policial é o escudo que separa o bandido do cidadão de bem. Na hora que esse escudo é derrubado, a cidade está desguarnecida. Por isso, uma delegacia específica pra isso", explica. "Mais que os outros casos, esses não podem ficar sem respostas. E são respostas rápidas. Justiça tardia não é justiça".

A 11ª delegacia da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi criada em maio de 2017 com seis policiais. Hoje, conta com o dobro de efetivo, sendo a única delegacia da divisão a ter dois delegados. Em 2017, a delegacia contou com 82% de resolutividade. Este ano, com incremento do efetivo, a resolutividade chega a 91% dos casos.

De acordo com o secretário André Costa, a preocupação inicial após a ocorrência, segundo ele, foi prestar "todo apoio necessário" às famílias das vítimas. "Morte de policiais é um problema sério no País. São cerca de 300 mortes ao ano", diz. "Aqui no Ceará, desde o início adotamos políticas de forte proteção ao policial, ouvindo as necessidades deles".

"Todo homicídio a gente apura a fundo, mas claro que a gente dá atenção especial no homicídio contra o policial. Existe um movito pra isso. O policial é o escudo que separa o bandido do cidadão de bem. Na hora que esse escudo é derrubado, a cidade está desguarnecida. Por isso, uma delegacia específica pra isso", explica. "Mais que os outros casos, esses não podem ficar sem respostas. E são respostas rápidas. Justiça tardia não é justiça".

A 11ª delegacia da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi criada em maio de 2017 com seis policiais. Hoje, conta com o dobro de efetivo, sendo a única delegacia da divisão a ter dois delegados. Em 2017, a delegacia contou com 82% de resolutividade. Este ano, com incremento do efetivo, a resolutividade chega a 91% dos casos. Com informações O Povo

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