domingo, 19 de agosto de 2018

Alimentação saudável: Feiras agroecológicas crescem no Interior do Ceará

São 16 feiras em todo o Estado, segundo o
“Mapa de Feiras Orgânicas” do Idec
As feiras orgânicas e agroecológicas apresentam crescimento no Ceará e são opção para uma alimentação saudável. São 16 em todo o Estado, de acordo com o "Mapa de Feiras Orgânicas" do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Uma das mais tradicionais é realizada em Itapipoca, onde ocorreu, neste sábado (18), a 4ª etapa do Ciclo de Seminários "Cenários para o Fortalecimento da Agricultura Familiar".

Ir à feira comprar frutas, verduras e hortaliças é uma tradição milenar. Toda cidade, pequena ou grande, tem um comércio desse tipo realizado em um dia específico da semana. Mas, o velho hábito tem ganhado um novo aliado no mercado, os alimentos orgânicos ou agroecológicos. Produzidos sem o uso de agrotóxicos, podem ser encontrados com maior frequência em barracas ao ar livre.

De acordo com a ferramenta "Mapa de Feiras Orgânicas" do Idec, 844 feiras comercializam esses alimentos em todo o Brasil. Em Itapipoca, no Litoral Oeste do Estado, a feira agroecológica conta com 20 produtores. Divididos em barracas, vendem, quinzenalmente, às quartas-feiras, além de verduras, castanha, mel, fécula, farinha, doces, temperos e remédios caseiros.

A iniciativa é um importante incentivo aos pequenos produtores e será tema de um dos painéis da 4ª etapa do Ciclo de Seminários "Cenários para o Fortalecimento da Agricultura Familiar", que será realizado no Centro de Estudos do Trabalho e Assessoria ao Trabalhador (Cetra), em Itapipoca, das 7h às 19h. O evento deverá reunir cerca de 250 produtores das comunidades dos municípios dos Vales do Curu e Aracatiaçu.

A diferença entre orgânicos e agroecológicos consiste no modo de cultivo, sendo o orgânico produzido em um sistema de controle permanente, que vai desde a compra da semente até chegar à mão do consumidor. Já os produtos agroecológicos, que trabalham com várias culturas no mesmo local, não utilizam agrotóxicos, mas não necessitam de selo de certificação. Com informações do Diário do Nordeste

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