sexta-feira, 15 de junho de 2018

Intercambio cultural reúne representantes do Ceará e do Rio Grande do Norte em Quixadá

O Açude Cedro é um dos grandes patrimônios do Ceará
Professores e estudantes da Universidade Estadual do Ceará (UECE), da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) estão participando em Quixadá, no Centro do Estado, do simpósio Patrimônios Culturais no Sertão Nordestino. 

A iniciativa do Encontro é da direção da Casa de Saberes Cego Aderaldo em parceria com o Grupo de Pesquisa em Patrimônio da Faculdade de Educação, Ciências e Letras do Sertão Central (Feclesc) e a UERN.

Na proposta, segundo os organizadores, além do intercâmbio cultural, da troca de saberes através de mesas redondas com pesquisadores da área, os participantes estão visitando lugares de memória e patrimônios no Sertão Central. O conjunto arquitetônico do Açude Cedro, em Quixadá é um exemplo. A estação ferroviária, o Museu Municipal Jacinto de Sousa e o Chalé da Pedra, também nesta cidade, são outras representações de patrimônio histórico.

Nesta manhã o grupo visita o Campo de Concentração do Patu, em Senador Pompeu, onde além dos casarios da construção da barragem, está situado o cemitério onde foram enterrados centenas de flagelados da seca. À tarde será a vez do Açude Cedro, considerado o maior patrimônio da região, afinal foi o primeiro construído no Brasil.

Entretanto, na avaliação de historiadores, o maior sítio histórico da região é mantido em Quixeramobim, cidade vizinha. A Casa de Câmara e Cadeia, a Igreja Matriz de Santo Antônio, a Casa de Antônio Conselheiro e os casarões de José Felício e do Paço Municipal, erguidos no século XVIII, ficam situados na área central da cidade mais antiga da região. Há ainda a ponte metálica e a estação ferroviária, outros ícones da história desse lugar.

À noite, a partir das 19 horas, o grupo se reúne numa mesa redonda, mediada pelo professor Hidelbrando Alves, com a participação dos pesquisadores Mestres Vagner Ramos, professor da UERN e Everaldo Dourado, arqueólogo da UFC. Com informações do Blog Sertão Central

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