quarta-feira, 18 de abril de 2018

Estado do Ceará tem oito casos confirmados de influenza e três óbitos confirmados

O Ceará tem oito casos confirmados de influenza em 2018, até a semana epidemiológica 15, encerrada em 14 de abril. São sete casos confirmados de influenza A H1N1 e um de influenza B. Três casos evoluíram para óbito, todos de influenza A H1N1. Os números constam da Nota Técnica divulgada pela Secretaria da Saúde do Ceará, com base nos dados de dois sistemas de informações do Ministério da Saúde – Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe) e Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN Influenza Web). 

A Nota Técnica informa a ocorrência dos casos de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza e orienta quanto à importância da notificação de casos para que sejam implementadas medidas de prevenção e controle, a fim de reduzir formas graves e óbitos pela doença.

O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave. Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. 

O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

São considerados condições e fatores de risco para a forma grave da doença mulheres grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas após o parto (incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal); idosos a partir de 60 anos, crianças menores de 2 anos, população indígena aldeada, menores de 19 anos de idade em uso prolongado de ácido acetilsalicílico, pessoas com pneumopatias (incluindo asma), cardiovasculopatias (excluindo hipertensão arterial sistêmica), nefropatias, hepatopatias, doenças hematológicas (incluindo anemia falciforme), imunossupressão associada a medicamentos, neoplasias, HIV/Aids e obesidade. Com informações Ceará Agora

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