segunda-feira, 21 de julho de 2014

Prefeito Aderilo Alcântara, CDL, BNB e empresários debatem sistema de financiamento para a região


O prefeito Aderilo Alcântara e a CDL-Câmara de Dirigentes Lojistas de Iguatu, através do presidente Dr. Ariosto Bezerra Vale realizaram um importante seminário com a presença da superintendência do Banco do Nordeste, através da sua representante, Francisca Geania Gomes e os gerentes da agência local. 

O objetivo do encontro que aconteceu no auditório da CDL, no dia 17 de julho, foi debater a situação de crédito de financiamento para a região de Iguatu. Vários empresários marcaram presença para ouvir do BNB, a atual situação da política de financiamento e linhas de créditos oferecidas pelo agente financeiro. Micros e pequenos empresários e agricultores do agronegócio também estiveram no seminário.

Uma das propostas do prefeito Aderilo Alcântara e do Dr. Ariosto Bezerra foi a implantação de uma nova agência do BNB em Iguatu que tem sido também sugestão de alguns empresários que sentem a necessidade de um melhor atendimento aos clientes da região. A agência, segundo o empresário Edvane Matias, presidente do Grupo TubForm, está precisando de uma nova estrutura ou até mesmo montar uma nova agência para atendimento, principalmente à classe empresarial. Ele frisou ainda que existem bons funcionários no BNB de Iguatu mas falta estrutura para melhor atender os clientes. 

Um fato que deixou o prefeito Aderilo Alcântara preocupado foi os números apresentados pela superintendência em relação ao aporte de recursos destinados ao município de Iguatu. De acordo com o relatório apresentado pela Francisca Geania, da área técnica, afirmou que até o mês de julho, o Banco do Nordeste aprovou projetos na ordem de R$ 10 milhões para clientes da região. A preocupação de Aderilo Alcântara é pertinente em função dos números do ano passado onde o BNB fechou o ano de 2013 com financiamento de projetos na ordem de mais de R$ 40 milhões. 

"Se até o mês de julho, o banco só conseguiu emprestar R$ 10 milhões, isso quer dizer que mesmo dobrando esse valor, o financiamento só deve chegar a R$ 20 milhões, um número bem abaixo em relação aos anos anteriores e isso é preocupante para a nossa região que acaba perdendo recursos e isso é muito ruim para o desenvolvimento econômico da região", afirmou Aderilo. 

Outro assunto debatido e falado pelos empresários é a questão da burocracia existente nos agentes financeiros para que o empresário consiga alocar recursos para suas empresas. Segundo alguns deles, a dificuldade está na exigência desses documentos e na demora para análise dos projetos, que em muitos casos, chega a demorar seis meses para aprovação. 

Aderilo Alcântara propôs aos participantes do seminário, a formação de uma comissão para levar à superintendência regional e a diretoria do banco, as demandas da região, com o objetivo de dar maior celeridade à aprovação desses projetos e melhorar o atendimento aos clientes através de uma nova agência do Banco do Nordeste. 

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